Sherlock , Serialmente Elementar!

Falem peoples! (Peoples!)
Falem de novo! (De novo!)
... (...!)

Bem, estamos aqui para mais um post do Catadores de Relíquias! Eu sou Fabrício Barros e hoje, a pedidos do nosso livreiro (que está viajando e pesquisando, ossos do oficio) eu estou aqui, mas não vamos falar sobre livros, mas sobre uma das series mais inteligentes (em execução e adaptabilidade) da atualidade: Sherlock. (que é baseado num livro, oras!).
Elementar, meu caro leitor, que como sempre pedimos que você assine o feed do blog, comente aqui se você achou algo errado, ou se quer que algum tema ou elemento seja revisitado mais profundamente, que curta nossa página no Facebook : https://www.facebook.com/CatadoresDeReliquias e se quiser algo mais intimo e caliente, você pode nos mandar um e-mail para catadoresdereliquias@hotmail.com.
Agora vamos à cena do crime!



Ontem e hoje

Antes de qualquer coisa, vamos conhecer mais sobre quem é Sherlock Holmes:

Sherlock Holmes, criado pelo escocês Sir Arthur Conan Doyle, apareceu pela primeira vez na história "Um Estudo em Vermelho", editada pela revista Beeton's Christmas Annual no Natal de 1887 e, desde então, tem fascinado muita gente, sendo o personagem da literatura mundial que recebeu o maior número de adaptações, estudos e especulações. Doyle acabou por criar um personagem que apaixonou em pouco tempo o mundo inteiro. Leitores juvenis, adultos e velhos de todos os idiomas adquiriram o vício de Holmes, transformando esta figura de ficção numa espécie de psicotrópico, que vem funcionando para as multidões há mais de cem anos.



E uma destas adaptações é justamente o tema deste post: Sherlock, série inglesa da BBC, atualmente com duas temporadas de 3 episódios cada (e com uma terceira sendo produzida). Apesar do tamanho reduzido de episódios, cada um deles tem 90 minutos de duração (mais ou menos um longa metragem) ele consegue não cansar e deixar o espectador atento a cada reviravolta ou  teoria dedutiva que o personagem principal nos apresenta.
Um diferencial, foi a utilização de tecnologia atual dentro da história de um modo inteligente e plausível dentro daquele mundo, celulares, smartphones, notebooks estão a disposição de Sherlock e Watson (que ao invés de escrever para um jornal sobre as aventuras com Holmes por exemplo, agora ele tem um blog).
Há N referências e saídas criativas para algumas situações do cotidiano politicamente correto, como o cachimbo fumacento que Holmes usava em suas meditações, na série ele usa adesivos de nicotina colados no corpo (vários!).

Atores:

Sherlock Holmes é interpretado, de modo excelente, por Benedict Cumberbatch (Além da Escuridão: Star Trek, 2013), com uma voz forte e veloz as vezes deixa o espectador atordoado em meio as conjecturas do personagem, que parece ter um orgulho de seu raciocínio dedutivo exposto no olhar e gestos firmes do ator.

John Watson, que na atualização da série é um ex-médico-combatente da guerra do Afeganistão, é interpretado por Martin Freeman (O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, 2012), que dá ao personagem toda carga de dores e limitações, como ser manco ou a dificuldade em ter uma vida normal depois da guerra, assim como a frieza de um soldado, quando se faz necessário.


Steven Moffat e Mark Gatiss

Essa dupla é um tópico a parte pois eles são os produtores da série, e já haviam trabalhado em outra excelente série: Doctor Who (que está, ou estava, sendo exibida pelo Canal Cultura). Em 2010, a dupla, começou o recrutamento de atores para a série e em meio a várias dificuldades, como encontrar atores que interpretariam Sherlock e Watson ou o temor do primeiro episódio piloto (que havia sido programado para ser exibido meses antes , com 60 minutos, mas foi abortado e refilmado chegando ao primeiro episódio, esse com 90 minutos Um Estudo Em Rosa (A Study in Pink).
Para os dois, Sherlock é uma adaptação ousada, se comparada a outras séries que já adaptaram a obra de Sir Arthur Conan Doyle. Talvez pela roupagem atual, assim como os problemas e defeitos que os personagens apresentam, que também são atuais( como a depressão de Watson no pós-guerra ou a ,digamos, quase síndrome de Asperger que afeta Holmes) . Um estilo de roteiro ágil que permite explorar várias facetas do mundo atual, tanto situacional, quanto tecnológico, e porque não ético das pessoas.


Finito!

Não vou me alongar mais, não que a série não mereça, futuramente podemos voltar a série com spoilers free e podendo comentar mais a fundo sobre a história, outros personagens excelentes e curiosidades.Espero que possa ter apresentado a série a vocês decentemente, que vocês possam correr atrás e se divertir com Sherlock .
Mais uma vez obrigado pelo apoio que nos dão (essa semana foi um tanto quanto conturbada, com vários atrasos) E mil desculpas pelas mancadas ou atrasos que acontecem, aconteceram e acontecerão. É isso aí! Mais uma vez peoples. Bye!

Acessem:
http://www.sherlockbrasil.com/ - Excelente site com referencias sobre o personagem e as obras de Sir Arthur Conan Doyle.

Leia: (Wikipédia)





Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

S04E07 - Rádio dos Catadores (com muito Errê)

Aviso Aos Navegantes!!! Novidades À Vista !!!!

Review no Porão 04 - 7 Wonders