sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Sobre... Jojo´s Bizarre Adventure - Battle Tendency

ALERTA!CONTÉM SPOILERS DE JJBA: BATTLE TENDENCY!!!!

(não digam que não avisei!)

Battle Tendency é a segunda parte da saga dos Joestar, no anime começa a partir do episódio 9 indo até o episódio 26 e no mangá ele começa na edição 6, em outubro de 1988, acabando no volume 12 em 1989, contando sobre Joseph Joestar e a luta contra um mal superior à Dio, os Pillar Men (ou Homens do Pilar).


A história se passa em 1938, em Nova Iorque inicialmente, onde Joseph vive com Erina sua avó, (sobrevivente do final de Phantom Blood), órfão e com uma inteligência afiada e não poucas vezes inusitada, criando soluções criativas para as bizarras situações que vive. Desde o começo ele mostra um dominio natural sobre Hamon, mesmo de um modo básico. Adepto pela arte de enganar o oponente em batalha, Joseph traz um clima mais leve a história, não lembrando o clima cinzento e chuvoso de Phantom Blood; cheio de tiradas cômicas e situações que colocam o protagonista contra a parede e que ele tenta sempre tirar vantagem com seu street wise.

Mas e os Pillar Men?

Ouça esta música sem lembrar deles (Fabulosos)

Quatro seres nascidos de misteriosos pilares escondidos em ruinas em lugares longinquos do planeta ,ou nem tanto, já que três deles estão na Europa, pensando bem só um deles estava mais afastado. Mas já vamos chegar lá.

Esidisi, Kars e Wamuu, rindo de você, por você e para você

Santana, Esidisi, Wamuu e Kars são seres superiores aos vampiros, e pelo que dá a entender eles podem criar os vampiros, podendo até consumi-los como alimento, absorvendo seus corpos, são considerados seres superiores e quase divinos em certos momentos.
 Cada um deles, exceto Santana que é considerado pelos próprios Pillar Men como inferior (pelo menos hierarquicamente), domina um Modo, que explicando bem por cima seria um estilo de luta baseado num elemento.
 Esidisi domina o Heat Control Mode, onde ele consegue aquecer seu sangue a temperaturas absurdas e usar isso a seu favor durante a batalha, além de ter uma personalidade no minimo estranha.
Wamuu domina o Wind Mode, onde ele consegue condensar grandes e letais quantidade de vento podendo estraçalhar seus alvos ou cortá-los ao meio com uma rajada comprimida de ar. Wamuu é o mais leal dos três, sendo um guerreiro honrado e com uma força de vontade impressionante.
Kars domina o Light Mode, onde ele converte partes do corpo em lâminas afiadíssimas e adquirindo uma velocidade impressionante. Kars é inteligente, cruel e não mede as consequências para atingir seus objetivos.

E por falar em objetivos...

Os Pillar Men querem tornar-se os seres supremos, acima de toda cadeia alimentar existente  e o despertar deles dá a eles um novo fôlego para encontrar a Pedra Vermelha de Aja, meio pelo qual eles conseguiriam se tornar os capirotos na Terra... mas isso se não fosse um certo rapaz equipado com cara coragem e algumas idéias muito loucas, sim jovens: Joseph Joestar e sua trupe animada.

Isso sem contar os alemães...

Se acostume a ouvir isso dele...

Sim jovens, a história se passa um ano antes do inicio da segunda guerra mundial e nosso querido protagonista entra na pancada contra soldados alemães encontrando um dos personagens mais (SIC) absurdos e sensacionais do anime/mangá, Rudolf Von Stroheim!

Sim, isso é uma metralhadora e isso faz um estrago...

Sem dar mais spoilers recomendamos que você assista, ou leia, porque é uma das melhores partes de toda saga, que muda todo o estilo de narrativa e visual da primeira parte, Phantom Blood. O autor começa a trazer todas as poses fabulosas e movimentos quase fotográficos para os personagens (o que faz parecer que a cada cena chave tem um fotógrafo pronto para tirar um click para a Capricho!), mas que por si só são sensacionais, continuando a fazer referências ao mundo da música e  trazendo mais personagens interessantes (mais um Zeppeli, sim sim), e sinceramente uma das melhores batalhas finais pelo como e onde ela ocorre. Então corra e confira essa bizarra aventura de Joseph Joestar. E esperem mais postagens sobre JJBA.



Não Repare na Tomada 05 - A Caçada de Blade Runner

Bem vindos ao quinto Podcast/Vídeo do Não Repare na Tomada! Ou seria Vídeo/Podcast? Ou Vídeocast?
     O Não Repare na Tomada é um projeto realizado no Estúdio Politeama, de nosso amigo Rafael Chiafarelli (que tem um podcast muito bom, falando sobre o estúdio e sobre cinema, clique AQUI para ouvir), que fala sobre cinema em seus vários aspectos, trazendo vários filmes (pelo menos nesta primeira temporada) trazendo clássicos e curiosidades bem interessantes não só do cinema como do mundo pop.
     A série de podcasts que vocês ouvirão, trazem um pouco mais do conteúdo já gigante que os videos demonstram. Esperamos que vocês gostem de todo o material e que sempre vão dar uma conferida também no Youtube. 
     Vai lá, assine o canal do Tomada (apelido), e aproveita pra dar uma olhada e se inscrever também no canal dos Catadores no Youtube! 



Links Interessantes:
Canal Não Repare na Tomada no Youtube
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Download (clique com o botão direito e Salvar Link Como)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

O Desafio dos Old Gamers (Third Engage)

Bem vindas Personas, aqui estamos atrasados para o terceiro desafio dos old gamers, reunimos nossos queridos amigos para ver os resultados dos desafios escolhidos a dedo. Acompanhem nossa conversa sobre os jogos, quem gostou, quem não gostou, quem esteve melindrado e quem foi redimido como vilão do grupo. 




Se você não sabe o que é o desafio dos old gamers, dê uma olhada aqui e fique em dia:

O Podcast (S04E09) contando sobre os desafios anteriores

E aqui vão os links para o Youtube, caso ainda não tenha se inscrito, aproveite essa oportunidade e se Inscreva!

CDR O Desafio dos Old Gamers (2nd)
As Escolhas dos Old Gamers

Agradecemos imensamente a todos que participaram, William, Bruno, Adriano, Emerson (que nos proporcionou uma filmagem bem legal, obrigado mesmo) e sempre agradecendo a todos que apoiam os Catadores, seja lendo, ouvindo, vendo ou comentando e opinando o que pode melhorar e o que pode ser arrumado, vocês personas são demais ^~ .

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

A Sétima Fantasia Final - 20 Anos

Olá Personas! Sejam bem vindos! Este é um texto baseado num artigo... bom, leiam e eu explico melhor ^~

Este texto começou a criar vida depois de ver um artigo do Omelete (o link vai estar AQUI) que é um especial em comemoração aos vinte anos de Final Fantasy 7, mas não foi aí que eu comecei a matutar sobre o assunto. Eu sempre quis tratar de FF7 aqui no blog mas não sabia como abordar sobre, um pouco é minha inexperiência e medo de escrever algo que fosse muito ruim (resumindo: fui cagão e pessimista e até agora não havia escrito nada) e junto de algumas opiniões de novos gamers que criticavam duramente o jogo por seu visual e tecnicidades (que por acaso, não nego que existam falhas) e comparações com jogos atuais e outros mimimis oportunos. 

Mas aproveitando a data (que por acaso enquanto você está lendo isso, já passou; Final Fantasy 7 foi lançado dia 31 de janeiro de 1997) eu decidi contar um pouco do que eu vivi com este jogo e da minha experiência com ele. Isso é uma opinião pessoal e não é a palavra final sobre o assunto, haverá sempre quem concorde e quem discorde sobre tudo. Deixe aqui nos comentários ou nos mande um e-mail para emailcatadoresdereliquias@gmail.com contando suas impressões e opiniões. Vamos lá então, senta que lá vem história!

Final Fantasy 7, pra mim, foi uma experiência única. Na época eu tinha começado a descobrir o saudoso Playstation 1 numa locadora de jogos próximo de casa. E foi lá que eu descobri, joguei e acabei um dos jogos pelo qual eu tenho muito carinho até hoje. Foram mais de 40 horas lutando, descobrindo tramas e histórias tristes, superando aversidades ao lado de Cloud e sua trupe. Com o tempo eu descobri outros jogos da Square como Chrono Trigger e os outros Final Fantasys e, vendo hoje criticamente, ele não era um dos melhores e isso é aceitável pelo status que ele recebeu como pioneiro na franquia. Final Fantasy 6 por exemplo tem uma história primorosa e Final Fatasy 8 e 9 o superam em vários quesitos técnicos,e isso só citando alguns jogos; mas  mesmo que não seja a melhor história, os melhores gráficos ou mesmo as melhores músicas, ele é a minha melhor história... Foi nele que pude experimentar um mundo fora do meu, fantasiar aventuras e torcer por pessoas que queriam salvar o mundo e em meio de batalhas contra monstros e antagonistas que me marcaram. Qualquer um que ouvir (a voz na sua cabeça lendo) isto pode estar agora procurando no Google o que ele tem de tão impressionante e sendo confrontado com cenários estranhos, personagens SD cúbicos e sem expressão, lutas em turnos e paradas ou mesmo olhando chefes que não impressionam em nada (e isso não digo visualmente, mas conceitualmente) quando comparados a um Kefka Palazzo de Final Fantasy 6 , Jecht de Final Fantasy 10 ou Ardyn do recente Final Fantasy 15.


Kefka (FF6), Jecht (FF10) e Ardyn (FF15)

Final Fantasy 7 foi minha história pessoal, hora após hora na locadora, em frente a uma tevê enorme de tubo,  dedicada a conquistar novos níveis ou novas magias, visitar Costa del Sol ou a icônica Midgard, Gold Saucer e seus jogos e Wutai com seu reino misterioso, saber da história de Red XIII em Cosmo Canyon e da importância da Corporação Shinra no desenrolar dos fatos e dos destinos de todos os integrantes do grupo. Saber, hoje em dia, que com todas as limitações e tentativas de inovação da época, eu ainda pude imaginar e interagir com um mundo com tanta coisa e tanta força. Mesmo que na realidade só existam polígonos e texto rolando na tela... E mesmo assim eles são na minha sincera e mais humilde opinião os melhores polígonos e textos porque foram aqueles que me contaram uma das histórias mais envolventes em minha vida gamer.


E Final Fantasy 7 foi uma história de todos, que jogaram, que buscaram soluções, de como enfrentar chefes, de como tal personagem era legal ou de como tal personagem era bobo e não fazia falta alguma, de quem viu pela primeira vez a Knights of the Round sendo usada e como aquilo demorava (só sendo vencido em tempo pela magia do próprio Savior Saphiroth, Super Nova) de quem só assistiu alguém jogar e que se importou com a morte trágica de Aeris (ou Aerith, decida o que for melhor para você), com o os atos de Sephiroth, sua ascensão a um nível quase divino, as lutas internas de Cloud em busca de redenção e de se reencontrar no mundo.

Toda essa paixão não é só minha (ESSA especificamente no texto, é minha ^^') e em menor ou maior grau, milhares, milhões de pessoas jogaram este jogo, e tem nostalgia, apreço ou emoção mesmo (vide as dezenas de reações no Youtube ao anuncio do remake do jogo); seja na época de lançamento, seja depois na época da pirataria desenfreada do Playstation 1, seja depois ainda  em versões disponibilizadas na Steam (a qual eu tenho) ou pela própria Sony. Mesmo que hoje hajam maravilhas visuais e variedades de gameplays no gênero rpg, que a franquia Final Fantasy esteja numa retomada depois de alguns deslizes (estou olhando para você FF 13), ainda hoje e num futuro (com a vinda do tão esperado Remake) Final Fantasy 7 não será esquecido como um marco e para mim não será esquecido pelo carinho pessoal que tenho por ele. 

Só posso acabar este texto com um muito obrigado. ^^b
E vocês jovens, que jogo traz aquele calorzinho gostoso no coração, algum jogo antigo, um jogo recente que te tocou? Ou mesmo Final Fantasy 7 teve relevância em algum momento da sua vida? Não? Não deixe de deixar sua opinião aqui nos comentários ou em uma de nossas redes sociáles!!! 

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

S04E09 - O Desafio dos Old Gamers

Vindo de uma viagem temporal malfadada, estamos aqui personas para trazer o DESAFIO DOS OLD GAMERS, e pra quem está dando mole e não entendeu nada, nós gravamos um vídeo (que falhou miseravelmente) e que magicamente (cof! cof!) se transformou numa linda borboleta neste excelente podcast que lhes apresentamos em nossa volta triunfal !!!


Não deixe de visitar nossas redes sociais e de acompanhar nossos desafios e peripécias por esses mundos virtuais! 

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Aqui está o vídeo com as escolhas dos quatro, gravado logo depois do podcast,  esse deu certo!!!

Sete Perguntas Sobre: Animes (Corrente)

Seguindo uma longa corrente, viemos aqui para responder 7 Questões de importância impar sobre... Animes.  É... Animes. Não Games, ou Magic....